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Criptomoedas, um recurso frequentemente esquecido

Criptomoedas, um recurso frequentemente esquecido

As criptomoedas podem ser armazenadas em exchanges (Binance, Coinbase, Mercado Bitcoin, etc.) ou através de wallets (carteiras), aplicativos específicos em smartphones ou outros dispositivos. Deixemos de lado a primeira possibilidade, que apresenta uma situação variada, e vamos nos concentrar na segunda, nos wallet.

Nos wallet, o owner (possuidor) é o único que tem acesso às criptomoedas contidas.

O owner é o único gestor e toda a segurança está sob sua exclusiva responsabilidade.

NÃO existe função de recuperação de credenciais de acesso (vamos chamá-las de credenciais, mesmo que o conceito seja mais complexo). Uma vez perdidos, eles estão perdidos, sem possibilidade de recuperação. Não há função de recuperação, nenhum gerente de banco para contatar, nenhum suporte ao cliente de carteira para implorar ou uma delegacia de polícia para relatar a perda. Perdido está perdido. Para sempre. E é preciso ter cuidado com a forma como eles são armazenados, nem preciso dizer, offline, melhor em um pedaço de papel. Quem tem as credenciais (atenção, o dispositivo NÃO é necessário, só as credenciais bastam!) tem o wallet e a disponibilidade do conteúdo!

Na rede há histórias tristes de almas errantes que vasculham lixões em busca de discos rígidos com milhões de Bitcoins jogados fora impensadamente ou que passam os dias tentando lembrar a senha de um disco rígido que os tornaria bilionários, no último tentativa antes da autodestruição.

Mas também existe o outro lado da moeda.

Na verdade, se as criptomoedas estiverem disponíveis apenas para o proprietário, contra a sua vontade:

  • criptomoedas NÃO PODEM ser apreendidos
  • criptomoedas NÃO PODEM ser executados
  • criptomoedas NÃO PODEM ser bloqueados

por nada nem por ninguém,

  • NÃO pelo banco
  • NÃO pelo governo
  • NÃO pela Receita

Obviamente, isso se aplica às criptomoedas descentralizadas (quase todas elas), mas não se aplica às CBDCs (Moeda Digital do Banco Central) que alguns Bancos Centrais já emitiram e que outros estão estudando. Mas isso é assunto para outro post de algumas semanas atrás (Italiano e Inglês).



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